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23.8.16

Linhas orientadoras para o trabalho autárquico do PS

[Transcrição de uma deliberação da Comissão Política Concelhia (CPC) do PS, aprovada por unanimidade a 6/6/2012 e que penso que não foi revogada, pelo menos nas partes em que estejam atuais - do meu arquivo pessoal] 
 
O PS de Tomar, reunido na sua comissão política a 6 de junho de 2012, aprovou as seguintes linhas orientadoras, para execução por parte de todos os autarcas municipais, no âmbito das reuniões a que estes tenham de estar presentes e no âmbito da sua intervenção pública:
 
1 - Respeito pelas propostas apresentadas pelo PS às eleições autárquicas anteriores em primeiro lugar e a defesa das posições do PS a nível distrital ou nacional, em segundo lugar;
 
2 - Prioridade à avaliação política de todas as propostas, não obstante a avaliação técnica;
 
3 - Representações do Município em órgãos de outras entidades públicas e/ou privadas, apenas por parte dos autarcas municipais;
 
4 - Prioridade à articulação política com todas as forças políticas de oposição municipal;
 
5 - Defesa e salvaguarda das decisões, procedimentos e estratégias defendidas pelos vereadores, enquanto responsáveis diretos pelos pelouros em que estiveram responsabilizados, de 30/10/09 a 30/11/11, que tenham sido do conhecimento prévio dos órgãos do partido (presidente da CPC, secretariado ou CPC;
 
6 - Propostas e intervenções no período antes da ordem do dia (PAOD) dos diferentes órgãos e quaisquer iniciativas de carácter e/ou consequências políticas, previamente articulados com a presidência da CPC e/ou com o secretariado;
 
7 - Defesa e promoção do princípio do desenvolvimento sustentável e promoção da economia local;
 
8 - Defesa da eficácia, eficiência e qualidade dos atos administrativos e políticos, nomeadamente através do cumprimento integral de todas as deliberações tomadas;
 
9 - Defesa da legalidade em todos os procedimentos e do seu enquadramento político nos princípios estatutários do PS.
 
Nota atual: Muito provavelmente só o ponto 5., que se referia ao período específico de responsabilidades que o PS teve em 2010 - Turismo, Cultura, Património Cultural e Museu e em 2010-11 nos Bombeiros, Proteção Civil e Urbanismo, estão desatualizados...

20.8.16

Bombeiros de Tomar precisam de mais ambulâncias

O processo de reequipamento dos nossos Bombeiros tem sofrido vários contratempos, desde que em 2010, se concluiu pelo excessivo envelhecimento das ambulâncias, face aos transportes que então já eram efetuados, situação que viria a ser deveras agravado com a concentração das urgências na unidade de Abrantes, o que obrigou a maiores e mais prolongadas deslocações.
 
No decurso dessa ultima gestão socialista dos Bombeiros (2010/11), foi possível aumentar em cerca de 60% o numero de transportes efetuados, mais do que duplicando a receita obtida, com a legalização dos preços cobrados e efetiva arrecadação, para o Município, da respetiva receita.

Apesar dessa demonstração de que mais serviços, significavam mais receita e serviço efetivo às populações do concelho, a anterior Câmara, só em 2012, viria a aceitar, após proposta dos então vereadores do PS (onde me incluía), proceder ao processo de aquisição de novas ambulâncias.

A primeira chegaria em cima das autárquicas de 2013 e a segunda já só viria a ser adquirida em 2014, já nesta nova gestão. Entretanto mais duas ambulâncias foram adquiridas e apenas uma abatida, tendo duplicado o numero de serviços e transportes efetuados, mercê do também reforço de bombeiros ao serviço dos Municipais de Tomar, nos últimos dois anos (mais 15 operacionais entrados para o quadro do Município e apenas duas saídas).
Elementos da direção da Liga dos Amigos dos Bombeiros de Tomar, com Comandante dos Municipais de Tomar e adjunto, junto à nova ambulância cujo chassis foi por esta oferecido e paga a transformação pelo Município 

A última das ambulâncias teve o chassis oferecido pela Liga dos Amigos do Bombeiros - boa razão para todos sermos dela sócios, além do desconto de mais de 30% que isso nos dá nos serviços da proteção civil. Há agora a teoria de que não são necessárias mais ambulâncias. Permitam-me discordar. É necessário ir abatendo as ambulâncias com mais anos (12-15-20), melhorando a qualidade e a quantidade de serviços efetuados para os cidadãos do Concelho de Tomar.

Vocacionar os bombeiros, unicamente para a capacidade técnica operacional de resgate, emergência civil, fogos florestais é demasiado pouco para um Concelho para Tomar. Nós investimos cerca de 1,2 milhões€/ano, no sistema de proteção civil/bombeiros, e não aproveitar a sua capacidade instalada para aumentar o serviço às populações, não faz qualquer sentido. Diria mesmo que fazê-lo é um ato de má gestão pública.
A teoria está errada e, deveria ser adquirida uma nova ambulância todos os anos e assim ir aumentando o numero de serviços realizados em 10-15% ao ano, até conseguirmos cobrir as necessidades existentes no Concelho a esse nível.

Sei, por experiência própria de gestão do sistema, que isso é possível. Portanto, permitam-me, dizê-lo: faça-se!

E não se ande atrás de opiniões avulsas, que pensam que seria possível gastar milhões no sistema de proteção civil/bombeiros, sem ter um centavo de receita.

Talvez por isso em 2009 as receitas eram de 115.000€ e a gestão socialista deixou o sistema em 2011, com uma faturação perto dos 300.000€. Hoje ela deve (ou deveria) rondar os 450.000€ - os últimos três meses têm registado um novo decréscimo de atividade de receita, em “prol” do mero socorro, o que não é de todo necessário/justificável de acontecer.

É que agora há recursos humanos disponíveis e há mais ambulâncias.

No entanto, é minha opinião que o esforço na aquisição, será sempre compensado com a receita de cerca de 9-10 meses, além da melhoria das condições de transporte dos doentes e abatimento de ambulâncias mais antigas, com elevados custos de manutenção.

O Concelho de Tomar, que tanto investe anualmente no sistema tem o direito, diria mesmo, tem a obrigação de ter o retorno, a nível de serviço prestado.

Um obrigado à Liga dos Amigos dos Bombeiros de Tomar, por mais este esforço conjunto com o Município para que tal vá acontecendo.

17.8.16

Informação e Propaganda

Há cinco anos atrás, o Mirante "glosava" sobre o que se ía fazendo, depois do muito que se havia dito. E, tal como hoje, o que se procurava fazer era preparar no Verão o que havia a fazer no Inverno e neste a prevenção do que não se queria que acontecesse no Verão.
 
Quanto à Informação, até aceito a crítica. Sobre propaganda pouco ou nada sei. Tomar parece estar cheio de especialistas...

14.8.16

António Costa esteve em Tomar há 13 meses

No âmbito da sua pré-campanha eleitoral, o então candidato a Primeiro Ministro, António Costa, visitou Tomar, nas vésperas da Festa dos Tabuleiros, tendo sido recebido com entusiasmo pela população tomarense e forasteira.

11.8.16

Produção vinícola em Tomar vale apenas 0,1% do País

Agora que nos aproximamos da época das vindimas - sim porque Agosto passa a correr, momento para olhar com atenção para a produção vinícola nacional.
Com base nos dados oficiais disponibilizados pelo Instituto da Vinha e do Vinho, IP, constatamos que o Concelho de Tomar, na campanha de 2014/15 teve uma produção de 5163 hectolitros (HL) de vinho tinto (Portugal 4,0284 milhõesHL), de 228 HL de vinho rosado (Portugal 347071 HL) e 1092 HL de vinho branco (Portugal 1,8304 milhõesHL), numa produção total de 6482 HL de vinho, equivalente a 0,1% da produção total nacional de 6205756 hectolitros.
Os dez Concelhos de Portugal que mais vinho produziram na campanha de 2014/15, foram:
S.João da Pesqueira - 354.644 HL (5,71% do país)
Torres Vedras - 337.801 HL (5,44%)
Almeirim - 273.021 (4,40%)
Reguengos Monsaraz - 273.229 HL (4,39%)
Palmela - 269.229 HL (4,24%)
Alijó - 226.776 (3,65%)
Alenquer - 214.357 HL (3,45%)
Borba - 157.592 (2,54%)
Redondo - 156.135 (2,52%)
Lamego - 150.813 (2,43%)
Estes dez concelhos são assim responsáveis pela produção de 41,77% do vinho de Portugal, incluindo o continente e as regiões autónomas dos Açores e da Madeira.
Curioso é também que nestes dez concelhos, 3 são do Douro, 3 do Ribatejo e Oeste, 3 do Alentejo e 1 da Península de Setúbal.
Mas estes dados revelam ainda que o concelho que mais produz vinho tinto é o de Torres Vedras, com 284.351 HL (7,1% da produção nacional), o que mais produz vinho rosado é o da Anadia, com 50.556 HL (14,6% da produção nacional) e vinho branco o de Almeirim, com 185.151 HL (10,1% da produção nacional).

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