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23.9.17

Serra e Junceira: previsão de resultados

Agora que está claro quem concorre em cada uma das freguesias do nosso Concelho, já é possível, com base no conhecimento das realidades locais fazer uma estimativa, com graus de aproximação cada vez mais reais, daqueles que podem vir a eser os resultados em cada uma.

Serra e Junceira - 1717 inscritos

Previsão (23/9/2017)
Votantes - 1040
Nulos e brancos - 70

Independentes - 610 (6)
PSD - 300 (3)
CDS/PP - 60




21.9.17

Sabacheira 2017: previsão de resultados

Agora que está claro quem concorre em cada uma das freguesias do nosso Concelho, já é possível, com base no conhecimento das realidades locais fazer uma estimativa, com graus de aproximação cada vez mais reais, daqueles que podem vir a eser os resultados em cada uma.

Sabacheira - 938 inscritos

Previsão (19/9/2017)
Votantes - 630
Nulos e brancos - 30

PS - 310 (4-5)
PSD - 170 (2-3)
CDS/PP - 50
CDU - 20
BE - 20



19.9.17

Paialvo 2017: previsão de resultados

Agora que está claro quem concorre em cada uma das freguesias do nosso Concelho, já é possível, com base no conhecimento das realidades locais fazer uma estimativa, com graus de aproximação cada vez mais reais, daqueles que podem vir a eser os resultados em cada uma.

Paialvo - 2123 inscritos

Previsão (19/9/2017)
Votantes - 1150
Nulos e brancos - 60

CDU - 460 (4)
PS - 440 (4)
PSD - 140 (1)
CDS/PP - 50



17.9.17

Olalhas 2017: previsão de resultados

Agora que está claro quem concorre em cada uma das freguesias do nosso Concelho, já é possível, com base no conhecimento das realidades locais fazer uma estimativa, com graus de aproximação cada vez mais reais, daqueles que podem vir a eser os resultados em cada uma.

Olalhas - 1296 inscritos

Previsão (17/9/2017)
Votantes - 680
Nulos e brancos - 60

PSD - 400 (6)
PS - 160 (2-3)
CDS/PP - 60 (0-1)



15.9.17

O QUE MUDOU EM TOMAR?

Menos investimento, menos transparência e menos escrúpulos


No próximo dia 1 de outubro os eleitores serão chamados a escolher os 164 autarcas do Concelho de Tomar, do Município e das suas dezasseis freguesias, agrupadas em onze juntas. A democracia sendo feita de escolhas, nelas conta o debate dos resultados e da credibilidade dos protagonistas.

A opção, hoje como ontem, não é apenas sobre as políticas públicas que se desejam para o Concelho de Tomar, mas também sobre quem as promove e executa. Ou sobre a sua credibilidade. 

Este é o tempo de balanço e nele contam também as duas condenações - únicas num presidente de câmara em Tomar, conseguidas neste mandato municipal - em 2016 e 2017. Conta também o apoio daquele que há vinte anos foi, por unanimidade e em votação secreta, afastado de recandidato pelo PS, porque dizia-se na altura: “que à mulher de César não bastava ser séria” e que ainda há um ano, dizia em plena reunião de Câmara que tudo faria para que Anabela Freitas não fosse reeleita. Credibilidade dos protagonistas e escrúpulos, na gestão da coisa pública, no cumprimento da lei e na defesa do interesse coletivo.

A gestão de Tomar mudou, de facto, nos últimos dois anos, sendo hoje gerida com menos escrúpulos e menos transparência.

A nível financeiro, fruto da lei dos compromissos de 2012, a dívida municipal em Tomar e em todo o país baixou. Mas se o esforço dos primeiros seis trimestres tivesse sido continuado, a dívida municipal seria no final de 2016 de 20 milhões€ e não os 24 milhões que então havia. E isso, resultado de opções em zig-zag tomadas a partir de 2015, levaram a que NUNCA como hoje o investimento municipal fosse tão baixo. Apenas se terminaram as obras do complexo da Levada e mesmo a resolução do imbróglio do ParqueT, numa pesada herança herdada da loucura da gestão de António Paiva (1998-2008), conseguiu aumentar em mais de 2 milhões€ a dívida a pagar, em 12 anos, que já tinha a astronómica responsabilidade de 6,5 milhões. 

Menos investimento e mais dívida para o futuro, é o que estes dois últimos anos de gestão legam para o próximo mandato.

Tomar merece isto?

Muito foi feito? Sem dúvida. Mais de metade do programa eleitoral apresentado foi cumprido.

Muito há ainda para fazer? Sem qualquer dúvida, pois espera-se que os próximos anos tenham menos dificuldades no financiamento público e, sem os constrangimentos dos dois primeiros anos deste mandato, muito mais poderá ser feito nas freguesias e na cidade.

Mas hoje, mais do que nunca, a credibilidade de quem nos governa e, nunca é demais relembrar, de quem apoia e dá a cara pelas candidaturas, conta. 

Os tomarenses decidirão se querem de novo a raposa no galinheiro ou, como já no passado o demonstraram, o seu definitivo afastamento. Depois não se podem é queixar.

Porque, Tomar é de todos!




*Luis Ferreira, deputado municipal não adstrito eleito pelo PS, dirigente local e distrital do PS

13.9.17

Madalena / Beselga 2017: previsão de resultados

Agora que está claro quem concorre em cada uma das freguesias do nosso Concelho, já é possível, com base no conhecimento das realidades locais fazer uma estimativa, com graus de aproximação cada vez mais reais, daqueles que podem vir a eser os resultados em cada uma.

Madalena / Beselga - 3372 inscritos

Previsão (13/9/2017)
Votantes - 1860
Nulos e brancos - 130

PS - 990 (6-7)
PSD - 410 (2-3)
CDU - 140 (0-1)
BE - 100
CDS/PP - 90 

11.9.17

A melhor gestão financeira dos últimos 20 anos? Um manifesto exagero...

Tenho lido por aí que esta gestão "da mudança", tem sido "a melhor gestão financeira dos últimos vinte anos".

Uma tese que não resiste a uma observação mais atenta.


Para percebermos bem o respectivo enquadramento, temos como base uma lei - a 8/2012 (lei dos compromissos e pagamentos em atraso), que obrigou a que os organismos do Estado começassem a reduzir a sua dívida e a pagarem a tempo e horas aos seus fornecedores.

Logo em 2012, as dívidas das autarquias começaram a estancar, facto que no ano seguinte se tornou mais notório, à medida que os respectivos serviços foram lançando "as faturas" dos serviços já prestados e bens/equipamentos já fornecidos, mesmo sem o respetivo cabimento/compromisso obrigatório.


A dívida em Tomar, estabilizou assim em cerca de 32 milhões€ em 2013. (no final do anterior mandato de gestão PSD)

Mas na entrada em funções da atual câmara (PS/CDU), já baixava todos os meses - como aliás a lei obrigava desde 2013. Os serviços são os mesmos, os trabalhadores os mesmos, e apenas a alteração da política de topo - com a centralização da autorização da despesa no presidente, quando anteriormente quase toda a gente (vereadores e chefes de divisão)  podia autorizar despesa, mesmo "contra" a opinião do anterior chefe de divisão financeira Luis Boavida, foi a mais significativa e determinante ação produzida (e bem feita, digo eu).

Durante os anos de 2014/15, houve com a entrada em funções desta nova gestão, um controlo financeiro apertado, uma "limpeza" de dossiers financeiros e alteração de métodos contabilísticos, integrando dívidas não devidamente classificadas - como as da ADSE, o que deveria ter conseguido baixar a dívida em valores, que no final de 2016, deveriam estar nos cerca de 20 milhões€, se se tivesse mantido o esforço dos primeiros 24 meses de gestão.

Estranhamente a dívida ficou nos 24 milhões€ (2016), e a diferença só pode ser explicada pela total desorientação que foi a gestão municipal a partir do final de 2015, desde a altura da saída do adjunto Hugo Costa e de mim próprio enquanto chefe de gabinete (em novembro e dezembro de 2015 precisamente).


Sem controlo, com decisões políticas de topo - a nível da presidência, lesivas do interesse de médio/longo prazo de dívidas a fornecedores, com planos de pagamento que "fogem" ao controlo da assembleia municipal, a dívida municipal em lugar de estabilizar nos 20 milhões€ no final de 2016, ficou-se pelos 24 milhões€.

NOTA: Sobre estas dívidas "transformadas", está a célebre dívida à ParqueT que teve um aumento de mais de 2 milhões€, quando foi transformada numa divida de curto prazo de 6,5 milhões€, numa de longo prazo de quase 9 milhões€, a pagar em 12 anos, sem qualquer autorização da Assembleia Municipal.


E dado o número cada vez maior de contratos de prestação de serviços externos que, seguindo as piores práticas do tempo de António Paiva (PSD - 1998/2008), retiram valor à produção dos serviços e aumentam artificialmente os compromissos financeiros mensais, é de prever que estamos novamente num ciclo "de empurrar com a barriga" o fornecimento de bens e serviços, "torneando" a lei dos compromissos, com as manigâncias típicas que todos sabemos "poderem" ser feitas.

O vereador responsável pela área financeira - a presidente, desde o final de 2015, não controla, não sabe, nem faz o que a lei obriga e faz o "pior para a gestão pública", que lhe é permito fazer.


A tentativa da emissão do cheque para pagamento da sua condenação em Tribunal Administrativo - em setembro de 2016, é apenas um exemplo, entre muitos, da rebaldaria e claro abuso de poder, instalado a partir da presidência da câmara.


A melhor gestão financeira dos últimos vinte anos?
Estamos conversados!

Tomar merece isto?

9.9.17

Casais / Alviobeira 2017 - previsão de resultados

Agora que está claro quem concorre em cada uma das freguesias do nosso Concelho, já é possível, com base no conhecimento das realidades locais fazer uma estimativa, com graus de aproximação cada vez mais reais, daqueles que podem vir a ser os resultados em cada uma.

Casais / Alviobeira - 2560 inscritos

Previsão (9/9/2017)
Votantes - 1300
Nulos e brancos - 100

PSD - 680 (5-6)
PS - 320 (2-3)
CDS/PP - 100 (0-1)
CDU - 100 (0-1)
Resultados anteriores


7.9.17

PTP: Américo Costa, o candidato em entrevista

Na preparação das eleições autárquicas de 2017, a Rádio Hertz realizou uma série de entrevistas com os cabeças de lista - candidatos a presidentes da Câmara.

Entendo importante partilhar este trabalho, uma vez que também a percepção daquilo que são as ideias, ajudará os cidadão eleitores de Tomar a fazerem uma escolha mais consciente.

Como sempre costumo dizer, o saber não ocupa lugar.

Entrevistas dos demais candidatos, já aqui publicadas:

Nuno Ribeiro (CDS/PP)

Luis Santos (BE)

5.9.17

Carregueiros 2017 - previsão de resultados

Agora que está claro quem concorre em cada uma das freguesias do nosso Concelho, já é possível, com base no conhecimento das realidades locais fazer uma estimativa, com graus de aproximação cada vez mais reais, daqueles que podem vir a ser os resultados em cada uma.

Carregueiros - 1012 inscritos

Previsão (5/9/2017)
Votantes - 600
Nulos e brancos - 30

PSD - 370 (6)
CDU - 100 (1-2)
PS - 100 (1-2)

Resultados das eleições anteriores

3.9.17

Além da ribeira / Pedreira 2017 - previsão de resultados

Agora que está claro quem concorre em cada uma das freguesias do nosso Concelho, já é possível, com base no conhecimento das realidades locais fazer uma estimativa, com graus de aproximação cada vez mais reais, daqueles que podem vir a ser os resultados em cada uma.

Além da Ribeira / Pedreira - 1197 inscritos

Previsão (3/9/2017)
Votantes - 850
Nulos e brancos - 40

PSD - 420 (5)
CDU - 200 (2)
PS - 160 (2)
CDS - 30

Resultados eleições anteriores

1.9.17

Asseiceira 2017 - previsão de resultados

Agora que está claro quem concorre em cada uma das freguesias do nosso Concelho, já é possível, com base no conhecimento das realidades locais fazer uma estimativa, com graus de aproximação cada vez mais reais, daqueles que podem vir a ser os resultados em cada uma.

Asseiceira - 2557 inscritos

Previsão (2/9/2017)
Votantes - 1300
Nulos e brancos - 50

PS - 800 (6-7)
PSD - 340 (2-3)
CDU - 70
CDS - 40
Resultados das duas anteriores eleições